Design Thinking & User Experience

Por 2:1  |   03 abr 2018

Afinal, o que o Design Thinking pode fazer pela sua empresa?

Design Thinking é uma das formas estratégicas de se pensar o design de sua empresa.

Estilo é importante, mas quando se consegue criar um estilo aliado as estratégias de visão e missão de sua empresa, bem como a uma experiência de uso e consumo diferenciadas, conseguimos visualizar um aumento considerável nas vendas de produtos, bem como o fortalecimento dos argumetos de vendas.

Veja abaixo um caso simples, no qual com poucos recursos conseguimos não só melhorar a experiência de uso da banheira, como agregar valor e estilo ao produto.

Para se criar um diferencial deste produto abrimos no mínimo 5 frentes de pesquisa para criação de insights:

1. Pesquisa com Publicos extremos:

Para que se possa avaliar o uso extremo de produtos é necessário analisar o processo de utilização do produto por públicos distintos, dizemos extremos, por se tratar de públicos com diferentes bagagens educacionais e estilo de vida para avaliar assim que tipo de diferencial ou experiência pode ser agregada ao produto.

Os extremos selecionados para este projeto foram (1) mães e pais classe A, com um nível de luxo elevado em suas atividades diárias; (2) mães e pais classe D e E, com baixa escolaridade (3) Enfermeiros e Enfermeiras que dão o primeiro banho em bebês recém nascidos.

Avaliamos que este tipo de pesquisa qualitativa gera resultados mais experssivos que pesquisas quantitativas, já que na qualitativa o foco da análise é a experiência de uso e não o usuário julga ser bom ou ruim em um produto.

2. Dificultades do Ambiente

O banho de um bebê, pode ser em cavaletes apropriados para banho, mas em geral o banho é feito em cima da cama, dentro do box do banheiro, em cima da pia, etc. Ambientes estes que não geram uma boa ergonomia para o usúario, assim uma etapa importante da pesquisa foi compreender as principais dificuldades e oportunidades para melhoria deste atividade.

3. Dificultades dos Pais

Esta pesquisa quantitativa teve intuito de ouvir os pais para diagnosticar oportunidades que não pudemos visualisar e abrir o leque para novos desafios.

4. UX do Processo de Compra

Ao comprar uma banheira é natural e instintivo que o comprador peque a banheira nas duas extremidades e faça força para o centro da banheira, na tentativa de avaliar a robustêz do produto. Por essa ser uma atividade instintiva e de proteção dos pais, tomamos o devido cuidado para que este movimento natural pudesse passar uma boa impressão ao produto, já que não basta ser robusto, tem que parecer robusto. Assim além da rigirêz mecânica, incluímos 2 pegas aos produtos para reforçar ainda mais a "pega" da banheira, o que facilita ainda o transporte da mesma quando está cheia de água.

5. Análise da tarefa

Durante o processo de banho observou-se que o bebe instintivamente segura na lateral da banheira, sendo assim essa é uma região que deve ser muito estavel mecanicamente. Para que o bebê possa ter segurança em apoiar neste local.

Também pudemos observar que muitas mães utilizam a canequinha ou a própria "concha" do palmo da mão para auxiliar no enxague do Bebê.

Esta pesquisa de apenas 10 dias, nos trouxe no 30 insights, dos quais filtramos os 3 melhores e conseguimos implementar o melhor, que neste caso foi a inclusão da canequinha na banheira. 

A canequinha foi selecionada por ser uma ferramenta de auxílio ao banho, ao mesmo tempo que poderia se tornar um brinquedo para distração do bebê durante o banho. A inclusão deste acessório de baixo custo produtivo (montagem/logística) garantiu ao produto uma nova experiência de uso e um bom argumento de vendas, frente aos concorrentes, já que se trata da primeira banheira de bebês no mundo a anexar uma canequinha para auxiliar o banho do bebê.

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